Quem pensa que as celebridades são perfeitas e não possuem nenhum problema, se engana. O ator Selton Mello, que atualmente divulga seu novo filme “A Mulher Invisível”, com quem contracena com Luana Piovani, revelou em entrevista para a revista “Veja” que já teve depressão.
Ele conta que tudo aconteceu no ano passado, quando resolveu parar de tomar remédios para emagrecer e chegou a pesar mais de 100 kg.
“Vivi um inferno”, afirma ele.
A depressão foi tão grave que o ator pensou até em largar sua carreira artística.
“Isso foi no auge do desconforto. Estou redescobrindo o prazer de atuar”, disse.
Selton Mello faz agora análise, para não deixar que a depressão tome conta dele denovo. Além disso, o rapaz se exercita com grande frequência e se sente muito satisfeito com esse novo ritmo.
Luiza Thomé sofreu com a perda da sogra
Quem confere o trabalho de Luiza Thomé na TV e sua ousadia em posar nua pela segunda vez numa revista masculina, depois de se tornar mãe de gêmeos, não imagina o quanto a atriz já sofreu com a Síndrome do Pânico.
"Depois que meu filho Bruno nasceu, quando tinha meses, fui ao inferno e voltei. Foi um período difícil”, contou em entrevista à revista Quem.
Luiza sofreu de depressão pós-parto associada à síndrome do pânico. Para ela, a principal causa foi a perda da sogra, vítima de câncer. A atriz passou a não sair mais de casa, com medo que algo ruim acontecesse a ela ou ao filho.
"Foi um ano e meio no buraco. Melhorei, mas foi uma luta. Tive medo de não ficar boa. Fiz tratamento com antidepressivos e terapia”, lembra.
Wanderley Cardoso não digeriu o ostracismo
O glamour dos tempos da Jovem Guarda ficou na lembrança. Mas, foi difícil para Wanderley Cardoso entender que nada é para sempre. Convertido à religião evangélica, o ídolo da jovem guarda costuma fazer pregações, contando como alguém acostumado com o sucesso, com dinheiro e fama, aprende a conviver com os altos e baixos. Wanderley teve tédio da sua própria vida e isolado, no anonimato, entregou-se ao vicio da bebida, chegando a tentar o suicídio.
“Consegui quase tudo na vida: músicas na parada de sucessos, dinheiro, carrões. Com o tempo, o sucesso foi passando, a mídia me esquecendo, entrei em depressão, bebendo demais, além de conviver com pessoas de má reputação até chegar ao fundo do poço. Só não morri, porque Deus não deixou. Sei que o meu redentor vive. Sou um homem recuperado, sem tédio da vida e vivo a cantar as maravilhas de Deus. Tenho uma mulher maravilhosa, que me amparou e me ampara em todos os momentos”, revelou o cantor no lançamento de seu CD gospel, Você Merece Ser Feliz.
Dóris Giesse pensou em se matar
Em novembro de 2002, Dóris Giesse reapareceu de uma maneira que ninguém gostaria de tê-la visto: depressiva, sem auto-estima e sem perspectiva. A ex-apresentadora de programas como Fantástico e Dóris Para Maiores confessou que havia se entregado ao vício da bebida e chegou a tentar o suicídio por conta de problemas no casamento.
“Foi uma fase horrível. Tive muito medo, pânico de tudo e todos. É difícil recomeçar, mas a gente cria forças. Estou com projetos de voltar à TV”, conta ela à reportagem de O Fuxico.
Vera Gimenez
“Tive depressão em seguida do câncer de mama e convivo com ela desde então. Tive essa doença há 10 anos e, nos últimos cinco, fui aconselhada pelos meus médicos a tomar anti-depressivos. Eu quero deixá-los, mas isso precisa ser feito com calma. Os remédios me ajudam a ter equilíbrio pois, sem eles, fico irritada com muita facilidade”.
Colin Farrell
Colin Farrell se submeteu a tratamento psiquiátrico por seis meses. O ator procurou o médico, quando era adolescente, por causa de problemas com drogas e álcool que resultaram em uma forte depressão.
“Eu tinha 18 anos. Tomava muitas coisas na época e me perdi completamente. O médico não fez muita coisa. Ele apenas me ouvia e isso foi muito bom.”
Kelly Osbourne
Kelly Osbourne sofreu um colapso mental, no ano passado. Depois, "12 meses no inferno”, como define.
Kelly admite que teve uma depressão, depois de uma série de desastres pessoais que se sucederam desde o final de 2002.
Durante aquele ano, Kelly soube que a mãe sofria de câncer, seu namorado Bert McCracken rompeu com ela, seu cachorro morreu e seu irmão Jack teve que ser internado para reabilitação do vício em drogas.
Kelly também teve que lidar com o fato de seu pai voltar a beber, quando soube da doença da mulher e, finalmente, foi pega de surpresa quando Ozzy sofreu um acidente quase fatal no final de 2003.
“Tudo parecia estar piorando e piorando e, para ser honesta com você, acabei tendo um ataque nervoso,” revela Kelly.
Ewan McGregor
Ewan McGregor conta que começou a beber como forma de lidar com a depressão causada por seu papel em Star Wars.
A carreira do ator escocês teve uma ascensão meteórica, quando interpretou o jedi Obi-Wan Kenobi. Mas, em seguida, começou a sofrer as pressões de uma estrela de cinema internacional e não suportou.
Fora isso, no começo das filmagens, Ewan odiou seu personagem por ter que, em geral, gravar sem cenário, para a inclusão de efeitos especiais.
“Eu costumava beber antes das entrevistas, porque achava que a bebida me ajudava a falar. O que aconteceu foi que saí falando coisas que nunca deveria dizer. Coisas estúpidas. Depois de O Ataque dos Clones, parei de beber antes das entrevistas. Agora, lido bem com elas e estou feliz com o resultado".
Sadie Frost
Sadie Frost passou por um período crítico em sua vida, quando se separou do ator Jude Law.
A separação veio pouco depois do nascimento de seu terceiro filho com Law e a angústia natural do rompimento se misturou à depressão pós-parto, o que levou Sadie ao hospital.
Depois de uma breve internação, Sadie passou a tratar-se com anti-depressivos.
David Arquette
Courteney Cox salvou o marido David Arquette (Pânico 1, 2 e 3 e Spot – Um Cão da Pesada) de experiências com heroína, cocaína, álcool e de auto-mutilação.
“Eu experimentei de tudo,” declara David. Queria fazer experiências, mas fui longe demais.”
Apesar de seus trabalhos cômicos, David tem um lado obscuro, tem crises intensas de depressão e tentou se suicidar aos 15 anos de idade.
Seu corpo é coberto de cicatrizes de ferimentos feitos por ele mesmo. Há também queimaduras feitas com cigarro.
Foi Courteney que deu um jeito nisso tudo. Ela o incentivou a procurar os Alcoólicos Anônimos, a fazer terapia e a amar e se deixar amar.
Princesa Margareth
A Princesa Margareth da Inglaterra, filha de Elizabeth II, faz tratamento contra a depressão com o famoso psquiatra Dr. Mark Collins, que já cuidou de outras celebridades em crise depressiva como Kate Moss, Paula Yates e Sadie Frost.
Em 2000, a princesa teve uma crise tão severa, que a família real a manteve fora do alcance da imprensa e do público.
Marie Osmond
Marie Osmond, membro do grupo Osmond Brothers, famoso nos anos 1970, lançou o livro chamado Behind the Smile onde fala de sua longa batalha contra a depressão.
Entre as revelações, Marie conta que sofreu abuso sexual por toda sua infância e adolescência.
Marie não quis revelar o nome do culpado, só adiantou que não se tratava de um membro da família nem de amigos.
Robbie Williams
Em 2001, Robbie Williams sofreu de uma grande falta de confiança em si mesmo, que o forçou a se retirar um pouco de cena para se reencontrar.
Mesmo tendo uma carreira de sucesso e milhares de fãs no mundo inteiro, Robbie entrou em depressão e tem consciência disso.
O cantor, que já foi dependente de álcool e drogas, explicou na época:
“Fazer shows pode ser muito traumatizante e é também muito cansativo fazer um após o outro. Não quero abandonar minha carreira. Sei que preciso continuar, mas tenho medo. É isso.”
Ben Affleck
Quando Ben Affleck parou de beber, entrou em depressão.
Para compensar a angústia, o galã comia e, com isso, engordou sete quilos num curto período de tempo.
Na época, o ator declarou que não estava preocupado com a forma e sim com sua recuperação.
Foi uma sábia decisão pois, quando melhorou, sentiu-se fortemente motivado a retomar sua antiga forma.
Luis Miguel
O cantor mexicano Luis Miguel já passou por dois graves períodos de depressão na vida, embora confesse que nunca passou por sua cabeça a idéia de suicídio.
Quando a mãe, a cantora italiana Marcela Basteri, desapareceu, no dia 18 de agosto de 1986, o artista quis até abandonar a carreira artística por não saber nada sobre o paradeiro dela, que até hoje está desaparecida.
No Natal de 2003, o cantor emocionou o público ao confessar que seu melhor presente seria rever a mãe. Parentes diretos de Marcela chegaram a acusar o pai de Luis de tê-la mandado matar, porque Basteri se metia muito na carreira do filho.
A segunda forte depressão do cantor veio com a morte do pai, o guitarrista espanhol Luisito Rey:
"Ele era muito jovem e talvez amasse mais o pai do que a mãe. A morte de Luisito deixou um vazio profundo em Luis Miguel que, na época, chegou a anunciar um retiro. Já não queria ser cantor, porque seu maior incentivador e maestro se fora. Foram anos de depressão e até hoje Luis Miguel sofre com essa perda que aconteceu há 12 anos", diz a jornalista Claudia de Icaza, autora da biografia não-autorizada do artista.
Sobre esses temas tristes de sua vida privada, o cantor não gosta de falar:
"Às vezes, o artista tem um lado triste e obscuro, um mistério. Se alguém vai falar da minha vida privada, serei eu algum dia. Meus melhores amigos são o sol e o mar. Eles me revitalizam e me enchem de alegria", diz.
Victoria Ruffo (A Madrasta)
A atriz mexicana Victoria Ruffo, protagonista da novela A Madrasta exibida atualmente nas tardes do SBT, há dez anos foi vítima da depressão, mas explica que teve motivos de sobra para apresentar esse quadro: foi justamente quando soube que o casamento de conto-de-fadas que teve com o comediante mexicano Eugenio Derbez não passara de uma farsa.
Na época, Victoria estava grávida do primeiro filho José Eduardo e Eugenio organizou todo o casamento. Ela descobriu, meses depois, que tanto o padre como o juiz que a casaram, eram atores contratados pelo marido, que não tinha o menor interesse em desposá-la.
Apenas no ano passado Victoria e Derbez voltaram a se falar, pois continuam trabalhando na mesma emissora, a Televisa:
"Fiquei com vergonha do mundo. Não queria sair de casa, não queria falar com ninguém, não queria aparecer na televisão. Foi um baque muito forte, porque eu estava verdadeiramente apaixonada", diz Ruffo.
Hoje, Victoria está casada com o deputado Omar Fayad e tem um casal de gêmeos.
Thalia
A cantora mexicana Thalia admitiu ao programa latino El Show de Cristina que viveu uma séria depressão, quando suas irmãs Laura Zapata e Ernestina Sodi foram seqüestradas em setembro de 2002.
Antes de culpar a imprensa pelo seqüestro das irmãs, Thalia culpou a si mesma, pois sentiu desde o primeiro momento que, por ela ser quem é e estar casada com um dos empresários discográficos mais importantes dos Estados Unidos, acabou fazendo de sua família um alvo fácil para os bandidos.
"Tommy me apoiou o tempo todo e me ajudou a enxergar que eu não tinha culpa. Foi um momento muito difícil e doloroso, porque o único momento de depressão que eu havia tido até então foi quando, aos cinco anos de idade, perdi meu pai. Naquela época, passei um ano inteiro sem falar", explica a artista.
Brooke Shields
Para a atriz Brooke Shields, a depressão pós-parto é a outra cara de ser mãe. A atriz de Lagoa Azul não teve preconceito ao revelar ao mundo que pensou até em se suicidar, depois do nascimento da filha Rowan.
Com o objetivo de ajudar a outras mães que passam pelo mesmo problema que ela passou, Shields escreveu o libro Down Came the Rain, onde relatou sua dura batalha contra a depressão:
"Não queria me levantar da cama, apenas conseguia dar um pouco de atenção à minha filha que tanto lutei para conceber", diz.
Brooke também aconselha:
"A depressão tem cura. Corram atrás, busquem ajuda médica. Ter depressão pós-parto não significa que você não seja uma boa mãe".
Letícia Calderón
A atriz mexicana Leticia Calderón, que protagonizou a versão original da novela Esmeralda, quando soube que o primeiro filho Luciano tinha síndrome de Down, já na sala de parto, entrou numa depressão profunda:
"Cheguei a renegar meu próprio filho. Não podia aceitar a idéia de que eu não tinha conseguido dar à luz uma criança sadia", disse Lety à revista mexicana TVnotas.
A atriz admite que demorou cerca de dois meses para aceitar o filho e seu companheiro Juan Collado foi o primeiro a ajudá-la:
"Juntos, buscamos um médico terapeuta que me ajudou a superar a depressão. Precisei de remédios e hoje tenho até remorso de não ter aceitado meu filho, em seu primeiro instante de vida. Hoje, já completamente curada dessa depressão, posso afirmar que fui a escolhida de Deus, porque foi Ele quem quis que Luciano nascesse num lar tão lindo como o meu", comenta, emocionada.
Até a Brooke Shields, quem diria! :O
ResponderExcluirna minha opinião todos nos sofremos um pouco de depressão,o salario pessimo e a falta de amor e desigualdade nos fazem sentir depressão,mas DEUS e mais que tudo isso!
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